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domingo, 21 de janeiro de 2018

SEGREDO da FOLHA REVELADO - BOLSONARO

GAROTA GRITA "BOLSONARO" EM SUA FORMATURA E A PLATÉIA VAI AO DELÍRIO

�� O POVO ACORDOU!!! "LULA NA CADEIA"

O Hitler do Congo que a história esqueceu

ESSAS PESSOAS DORMIRAM DURANTE SEMANAS E A CAUSA AINDA É DESCONHECIDA AT...

�� ESTÁ CHEGANDO O GRANDE DIA. LULA NA JAULA JÁ!!!

A UNIVERSAL COMEÇA 2018 COM NOVO GOLPE | CARTEIRA DA MULTIPLICAÇÃO

✔️ RAQUEL DODGE PEDE PRISÃO DE GLEISI HOFFMANN

�� ACABOU, LULA!!! NINGUÉM MAIS CAI EM SUAS MENTIRAS!

A caverna de 300 anos das Filipinas que esconde um segredo terrível

Magno Malta se revolta com Gleisi: "Vocês vão matar quem?"

FRAUDE , JOGOS DA LOTERIA FEDERAL

�� �� VEJA como LULA sempre foi cúmplice da ditadura comunista na VENEZUE...

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MEGA-SENA

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Concurso 2006 - Sábado, 20 de Janeiro de 2018

LOTOFÁCIL

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Concurso 1614 - Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

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Concurso 4586 - Sábado, 20 de Janeiro de 2018

LOTOMANIA

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Concurso 1833 - Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

TIMEMANIA

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Concurso 1134 - Sábado, 20 de Janeiro de 2018

DUPLA SENA

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Concurso 1746 - Sábado, 20 de Janeiro de 2018

FEDERAL

Prêmios Principais
OS BILHETES GANHADORES DO PRIMEIRO PRÊMIO FORAM DISTRIBUÍDOS PARA SÃO JOSÉ DO RIO PRETO/SP (SÉRIE A E SÉRIE B).Sorteio Realizado em ITUPEVA, SP.
DestinoBilheteValor do Prêmio (R$)
58652700.000,00
7052928.000,00
7208326.000,00
7822722.000,00
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Concurso 05251 - Sábado, 20 de Janeiro de 2018

LOTECA

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12Colônia/Deu Monchengladbach/Deu1Dom 
22Real Sociedad/Esp Fc Barcelona/Esp4Dom 
30Nantes/Fra Paris Saint-Germain/Fra1Dom 
44Tottenham/Ing Everton/Ing0Sáb 
54Liverpool/Ing Manchester City/Ing3Dom 
61Dijon/Fra Metz/Fra1Sáb 
72Saint-Étienne/Fra Toulouse/Fra0Dom 
80Soc Deport Eibar/Esp Atlético Madrid/Esp1Sáb 
91Espanyol/Esp Athletic Bilbao/Esp1Dom 
103Rb Leipzig/Deu Schalke 04/Deu1Sáb 
110Borussia Dortmund/Deu Wolfsburg/Deu0Dom 
121Olympique De Nice/Fra Amiens/Fra0Sáb 
131Deporti La Coruna/Esp Valencia Club/Esp2Sáb 
140Montpellier/Fra Monaco/Fra0Sáb 

3 GANHADORES

Concurso 782 - Segunda-feira, 15 de Janeiro de 2018

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Concurso 945 - Quinta-feira, 18 de Janeiro de 2018

sábado, 20 de janeiro de 2018

Jornalista define LULA: 'Um FARSANTE profissional que se aproveita da IG...

Cadela salva bebê de morrer de frio

Ar-condicionado à base de água dispensa compressor e químicos Redação do Site Inovação Tecnológica

Ar-condicionado à base de água dispensa compressor e químicos

Ar-condicionado à base de água dispensa compressor e químicos
O novo sistema separa as etapas de desumidificação e resfriamento do ar.[Imagem: NUS]
Ar-condicionado ambientalmente correto
Engenheiros da Universidade Nacional de Cingapura desenvolveram um novo sistema de ar-condicionado que dispensa os tradicionais compressores mecânicos e os gases refrigerantes usados nos aparelhos atuais.
O resultado é um aparelho com consumo de energia muito mais baixo e mais ambientalmente correto, escapando das polêmicas envolvendo a camada de ozônio e a chuva ácida.
O sistema consome cerca de 40% menos eletricidade do que os atuais condicionadores de ar à base de compressores, usados em residências e edifícios comerciais.
Para isso, ele usa uma tecnologia de refrigeração à base de água, em vez de usar refrigerantes químicos, como clorofluorocarbonos e hidroclorofluorocarbonos.
"Inventado por Willis Carrier em 1902, o ar-condicionado por compressão de vapor é a tecnologia mais usada atualmente. Essa técnica é muito intensiva em energia e prejudicial para o meio ambiente.
"Em contrapartida, a nossa nova tecnologia de refrigeração à base de membrana e à base de água é muito ecoamigável - ela pode fornecer ar fresco e seco sem usar um compressor e refrigerantes químicos. Este é um novo ponto de partida para a próxima geração de aparelhos de ar-condicionado," disse o professor Ernest Chua.
Refrigeração com água
Os sistemas de ar condicionado atuais exigem uma grande quantidade de energia para remover a umidade e depois para arrefecer o ar desumidificado. O novo sistema executa esses dois processos separadamente, permitindo controlar melhor cada um deles e, portanto, obter maior eficiência energética.
Para isso a equipe criou uma tecnologia de membrana inovadora - um material semelhante a um papel - para remover a umidade do ar. O ar desumidificado é então arrefecido através de um sistema de resfriamento com ponto de condensação que usa água como meio de resfriamento, em vez de refrigerantes químicos potencialmente nocivos.

E, ao contrário dos condicionadores de compressão de vapor, o sistema não libera ar quente para o meio ambiente. Em vez disso, é descarregado um fluxo de ar fresco que é comparativamente menos úmido do que o ar ambiente. Cerca de 12 a 15 litros de água potável também podem ser recolhidos a cada dia de operação para um sistema de porte doméstico.

Mapa-múndi da acessibilidade ajudará a traçar políticas para o futuro Redação do Site Inovação Tecnológica

Mapa-múndi da acessibilidade ajudará a traçar políticas para o futuro

Mapa-múndi da acessibilidade ajudará a traçar políticas para o futuro
O mapa de acessibilidade tem uma resolução espacial de aproximadamente 1 × 1 km, abrange de 60° Sul a 85° Norte e mostra o tempo de viagem para a cidade com a menor jornada a partir de qualquer ponto.[Imagem: OpenStreetMap]
Acessibilidade
Mais de 80% das pessoas - 5,88 bilhões de indivíduos - moram a apenas uma hora de viagem de uma cidade.
No entanto, a acessibilidade não é distribuída de forma igual no espectro de desenvolvimento. Enquanto as pessoas vivem a uma hora de uma cidade em mais de 90% dos casos nos países de alta renda - concentrados na Europa e América do Norte - nos países de baixa renda esse valor é de 50,9% - concentrados na África subsaariana.
Esses dados, divulgados na forma de um mapa global de tempo de viagem para as cidades, são resultado do trabalho de uma equipe de pesquisadores liderada pelo Centro Conjunto de Pesquisa (JRC), o serviço de ciência e conhecimento da Comissão Europeia.
"Não deixar ninguém para trás"
Ao mapear a acessibilidade urbana em todo o mundo, o levantamento fornece um conjunto de dados para dar suporte à tomada de decisões em nível mundial e local em relação às políticas de desenvolvimento e ambientais.
Os resultados confirmam que os recursos econômicos e melhorias feitas pelo homem, que dão suporte ao bem-estar humano, não são distribuídos uniformemente em todo o mundo, estando em grande parte concentrados nas cidades.
A falta de acesso às oportunidades e serviços oferecidos pelos centros urbanos é um obstáculo importante para melhorar os meios de subsistência e o desenvolvimento geral. Cruzando este mapa com os dados socioeconômicos, a equipe demonstrou como o acesso aos centros urbanos estratifica o status econômico, educacional e de saúde da humanidade.
O avanço dessa acessibilidade em todo o mundo é essencial para cumprir a agenda de equidade de "não deixar ninguém para trás", estabelecida pelos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas.
Objetivo unificador
Para demonstrar a utilidade do mapa para a tomada de decisão global e local, a equipe realizou análises exploratórias que examinam as relações entre acessibilidade e a renda em nível nacional, bem como a prosperidade econômica, o nível de escolaridade e a utilização da saúde ao nível dos agregados familiares.
O relatório também destaca o potencial do mapa para contribuir com pesquisas em ciência natural, esforços de conservação e formulação de políticas ambientais.
Contudo, embora os resultados sejam úteis em uma variedade de contextos, o seu impacto potencial se centra em um objetivo mais unificador: catalisar ações para reduzir as lacunas na oportunidade, melhorando a acessibilidade para populações remotas e reduzindo as disparidades entre populações com diferentes graus de conectividade com as cidades.

Bibliografia:

A global map of travel time to cities to assess inequalities in accessibility in 2015
D. J. Weiss, A. Nelson, H. S. Gibson, W. Temperley, S. Peedell, A. Lieber, M. Hancher, E. Poyart, S. Belchior, N. Fullman, B. Mappin, U. Dalrymple, J. Rozier, T. C. D. Lucas, R. E. Howes, L. S. Tusting, S. Y. Kang, E. Cameron, D. Bisanzio, K. E. Battle, S. Bhatt, P. W. Gething
Nature
DOI: 10.1038/nature25181

Olha a reação do Leopardo ao ver homem que o salvou

ABAIXO-ASSINADO QUE PEDE AFASTAMENTO DE GILMAR MENDES BATE NOVO RECORDE

BBC : Qual a verdadeira história do antepassado do presidente do TRF-4 que Lula diz ter matado Antônio Conselheiro

Qual a verdadeira história do antepassado do presidente do TRF-4 que Lula diz ter matado Antônio Conselheiro

Soldados em Canudos
Image captionTropas militares foram trucidadas ao chegar a Canudos | Foto: Flávio de Barros/Wikicommons
Ao classificar erroneamente de "general que matou Antônio Conselheiro" o militar Thomaz Thompson Flores, antepassado do presidente do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva esbarrou num episódio pouco lembrado da história brasileira: a atuação do Exército, e particularmente de tropas estacionadas no Rio Grande do Sul, no esmagamento do arraial rebelde de Canudos.
Thompson Flores não era general, e sim coronel. Tampouco era bisavô, e sim tio trisavô do desembargador Carlos Eduardo Thompson Flores Lenz, que preside a Corte encarregada de julgar, na quarta-feira (24), o recurso de Lula da sentença condenatória proferida pelo juiz federal Sergio Moro no processo do tríplex do Guarujá.
Ele também não matou Conselheiro, que morreu durante o cerco a Canudos, no dia 22 de setembro de 1897, provavelmente de inanição. Quando o líder do povoado insurreto morreu, o militar citado por Lula já estava morto havia cerca de três meses.
Na campanha de Canudos, um arraial miserável do interior da Bahia resistiu e foi vitorioso contra três expedições militares. A terceira, em março de 1897, opôs 1,3 mil homens sob o comando de um dos mais destacados oficiais da época, o coronel Antônio Moreira César, à cidadela de jagunços armados com bacamartes e facas.
Mesmo assim, as tropas foram trucidadas ao chegar a Canudos – um total de 126 militares, incluindo o comandante, morreram em combate. O povoado só foi aniquilado à custa de um dos maiores massacres perpetrados em solo brasileiro, no qual prevaleceu a prática da degola de prisioneiros pelos vitoriosos.
O episódio deu origem a um clássico da literatura latino-americana – Os sertões(1902), de Euclides da Cunha – e provocou uma crise militar que as Forças Armadas levariam anos para superar.

'Pomba branca abatida em voo'

Poucas baixas exprimem de forma tão crua os erros do Exército em Canudos como a de Thompson Flores. Ele fez parte da quarta e última expedição enviada contra o povoado sertanejo, em junho de 1897.
No combate do Morro da Favela, em 28 de junho de 1897, ele marchou à frente da 3ª Brigada de Infantaria contra o inimigo entrincheirado. Destemido, levava sobre o dólmã branco os galões dourados de oficial, que funcionavam como farol para a mira dos sertanejos sob o sol do sertão. Um tiro acertou-lhe o coração e derrubou-o da montaria.
Um dos que não esqueceu a cena foi Antônio Beatinho, sacristão de Canudos, aprisionado meses depois. Em interrogatório, ele disse que o coronel "parecia uma pomba branca, ferida no voo por uma flecha".
Teatro de um dos mais longos levantes contra o nascente regime republicano, a Revolução Federalista (1893-1895), o Rio Grande do Sul contava na época com o segundo maior contingente militar do país, inferior apenas ao Rio de Janeiro, então Distrito Federal.
Casa de Canudos
Image captionArraial miserável do interior da Bahia resistiu a três expedições militares | Foto: Flávio de Barros/Wikicommons
Um total de 11 batalhões sediados ou provisoriamente transferidos para solo gaúcho somou-se às forças da quarta expedição. O Exército contabilizou 374 mortos dessas unidades entre oficiais e soldados em Canudos – mais de um terço do total de baixas das forças legais nas quatro expedições.
Mesmo comandantes de outras regiões com passagem pelo Rio Grande do Sul adotaram hábitos gaúchos no linguajar, na indumentária e na alimentação. O comandante da última expedição, Artur Oscar de Andrade Guimarães, nascido no Rio de Janeiro, aparece numa imagem feita pelo fotógrafo do Exército Flávio de Barros com lenço branco no pescoço – símbolo político dos castilhistas no Rio Grande.
O maranhense Tupy Caldas habituou-se ao chimarrão e ao churrasco. Fotografias produzidas para fins de propaganda mostram homens de chapéus de abas largas e bombachas e espetos com carne assada à moda gaúcha nos acampamentos.

Um tipo de guerra diferente

Na Bahia, os combatentes do Sul encontraram um tipo de guerra diferente. Acostumados ao combate em campo aberto, com choques de piquetes e cargas de lança, foram detidos pela paisagem estéril, com vegetação seca e espinhosa, calor sufocante e leitos secos de rios.
A cavalaria, prezada pelas forças sulinas como arma por excelência dos "centauros dos pampas", teve papel insignificante nos combates em razão das árvores e arbustos cerrados da caatinga e foi relegada a missões de reconhecimento e arrebanhamento de gado.
O julgamento mais severo de Thompson veio da pena do mais célebre cronista do conflito. Em Os sertões, Euclides narra sua chegada à região e descreve o momento de sua morte. Seu diagnóstico é elogioso, mas severo:
"Era (Thompson) um lutador de primeira ordem. Embora lhe faltassem atributos essenciais de comando e, principalmente, esta serenidade de ânimo, que permite a concepção fria das manobras dentro do afogueamento de um combate – sobravam-lhe coragem a toda a prova e um quase desprezo pelo antagonista por mais temeroso e forte, que o tornavam incomparável na ação".
Moradores de Canudos
Image captionPovoado só foi aniquilado à custa de um dos maiores massacres perpetrados em solo brasileiro | Foto: Flávio de Barros/Wikicommons
Em seguida, critica a maneira como realizou o ataque que lhe custou a vida: "Fê-lo indisciplinadamente autônomo, sem determinação superior e com o intento firme de arrebatar, numa carga única, até a praça das igrejas, vitoriosos, os mesmos soldados que lá se tinham debandado, vencidos, quatro meses antes".
Em resumo, o autor de Os sertões ressalta a coragem do coronel, mas reprova-lhe o estilo impulsivo e indisciplinado e a desatenção com os aspectos estratégicos e táticos da luta. Esse juízo desfavorável provavelmente refletia a opinião de parte da oficialidade (o escritor era ex-militar e acompanhou o conflito como repórter do jornal O Estado de S. Paulo incorporado às forças legalistas).
Euclides compara também Thompson a Moreira César, considerado responsável pelo desastre da terceira expedição, pelo qual pagou com a própria vida.
Thompson Flores firmara reputação de temerário durante a Guerra do Paraguai. Na campanha contra Solano López, ficara surdo – seus tímpanos não resistiram ao trovejar dos canhões brasileiros.
Aprendeu, porém, a tirar partido da deficiência. Num dos combates da Revolução Federalista (1893-1895), na qual lutou com as forças legalistas contra os rebeldes conhecidos como maragatos, ficou sob fogo cerrado ante um inimigo três vezes superior em número.
Um ajudante-de-ordens sugeriu-lhe a retirada. O coronel sacudiu a cabeça em sinal afirmativo e, sem tirar os olhos da pontaria, gritou: "É! Bala muita!". Manteve a posição e venceu.