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sexta-feira, 31 de maio de 2013

FILME "O IDIOTA".


CESTINHA E CESTÃO.


OLHA A PIZZA AÍ GENTE!


QUALQUER SEMELHANÇA É MERA COINCIDÊNCIA.


MUNDI

Decreto que garante o desconto na conta de luz é publicado no Diário Oficial

MP vence na próxima segunda e não vai ser votada no Senado. Texto libera R$ 2,8 bilhões para empresas cobrirem custos.
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A dois dias da inauguração, ainda há obras em todo entorno do Maracanã

Pedaços de pedra, placas de grama e hastes metálicas estão por todos os lados fora do estádio. Ciclistas e corredores dividem espaço com obras.
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Presidente do Banco Central diz que inflação deve cair nos próximos meses

Para Tombini, elevação dos juros fortalece confiança de que inflação será combatida.
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Carlos Heitor Cony, Artur Xexéo e Viviane Mosé
Liberdade de Expressão
Brasileiro não tem respeito pelas coisas públicas
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Hora de Expediente
Hora de Expediente
Classificação do Atlético Mineiro foi um roteiro de cinema
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Miriam Leitão
Dia a dia da Economia
Brasil ainda tem muito trabalho para aumentar a eficiência da economia
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Arnaldo Jabor
Arnaldo Jabor
Burrice e incapacidade estão acabando com o Brasil
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Bem-Estar & Movimento, com Marcio Atalla
Bem-Estar & Movimento, com Marcio Atalla
'Posso trocar a corrida pela escada?'
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quinta-feira, 30 de maio de 2013

SEM PALAVRAS.


MUNDI

PIB cresce 0,6% no primeiro trimestre e fica abaixo da expectativa

Resultado também está aquém da previsão do Banco Central. Em relação ao quarto trimestre de 2012, setores agropecuária e serviços tiveram aceleração, enquanto indústria encolheu.
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Papa Francisco diz que também tem pecados

Segundo o pontífice, a Igreja Católica é uma obra de Deus, composta por pastores e fiéis com defeitos e pecados. As declarações foram dadas diante de mais de cem mil pessoas na Praça de São Pedro, no Vaticano, durante a celebração da tradicional audiência das quartas.
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Com críticas a manobras fiscais, TCU aprova contas de 2012

Tribunal fez 22 ressalvas e 41 recomendações. Relatório foi aprovado por unanimidade. Relatórios de contas feitos pelo TCU não são votados desde a época de FHC.
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Arnaldo Jabor
Arnaldo Jabor
Os horrendos exemplos da burocracia e da incompetência brasileira
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Kennedy Alencar
A política como ela é
Resultado do PIB deve frear ânimo do BC em relação à taxa de juros
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Juca Kfouri
Momento do esporte
Principal jogo desta quarta não é no Brasil
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Hora de Expediente
Hora de Expediente
Performance brasileira na Bienal de Veneza consegue juntar o que há de pior no país
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Max Gehringer
Mundo Corporativo
'Recebi um convite de outra área da empresa, mas não sei como abordar isso com meu chefe'
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ASSINEM A PETIÇÃO CONTRA ESSE LOUCO.

Caros amigos, 



Um homem islandês está prestes a começar uma caça com arpão às baleias-fin, cortando-as em pedaços e enviando a carne para o Japão, onde será usada como comida para cachorros!A melhor maneira de impedir esse massacre é expondo o primeiro-ministro holandês, que permite o tráfico de carne de baleia pela cidade de Roterdã, e fazê-lo rejeitar esse carregamento sangrento. Se os baleeiros não puderem vender a carne, nós poderemos impedir a caça antes que ela comece. Eles zarparão pra alto-mar em questão de dias -- assine agora e compartilhe com todos

Clique aqui para assinar a petição
As baleias-fin são gigantes mágicos do mar. Mas em questão de dias, mais de 180 animais dessa espécie ameaçada correm o risco de serem abatidos por um magnata e seus parceiros. Sua diversão de verão é caçar as baleias usando arpões, cortá-las em pedaços e enviar a carne para o Japão, passando pela Holanda, para ser usada na alimentação de cães! 

Há uma maneira de impedir essa caça antes que ela comece: não são todos os lugares que aceitam receber um barco cheio de carcaças de baleias. As autoridades alemãs e filandesas, por exemplo, têm evitado esse comércio vergonhoso. Agora, a bola está com a Holanda. Os holandeses têm uma enorme preocupação com sua reputação de protetores do meio ambiente, e não podem deixar que esse comércio sangrento chegue aos olhos da comunidade internacional. Mas se nós expusermos a participação da Holanda nisso agora e exigirmos que as autoridades holandesas rejeitem a movimentação de carne de baleia nos portos do país, poderemos impedir um massacre

Precisamos agir rapidamente -- navios baleeiros devem começar a caça em questão de dias. Assine agora e divulgue para todos. Vamos construir uma forte campanha com 1 milhão de assinaturas direcionada ao primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, e avisá-lo de que criaremos um rebuliço na mídia a menos que ele impeça o comércio de baleias-fin em portos holandeses: 

http://www.avaaz.org/po/days_to_stop_the_whale_slaughter_global/?bobnybb&v=25279 

Estas criaturas majestosas são o segundo maior animal do planeta, e podem atingir o tamanho de 3 ônibus, ao passo em que se movem rapidamente na água. A incrível combinação de suavidade, elegância e velocidade lhe fizeram ganhar o apelido de "cães galgos do mar". 

Tragicamente, caçadores como o magnata Kristjan Loftsson têm abatido centenas de milhares de baleias e mais de 70% da população mundial destes animais foi dizimada. Mas desde que a Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies Ameaçadas e a Comissão Baleeira Internacional impuseram uma proibição sobre essas atividades, a espécie tem crescido em números. Podemos ajudar a espécie a se distanciar do risco de extinção se impedirmos que as baleias sejam massacradas para servirem de alimento para cachorro! 

Fazer com que os holandeses rejeitem o carregamento sangrento trazido pelo magnata Loftsson para Roterdã é a melhor maneira de parar essa caça antes que ela comece, já que isso criará um precedente para outros portos em toda a Europa. Até agora, o governo holandês permitiu que Loftsson saísse ileso dessa matança. Vamos expô-los agora e dar um fim neste massacre. Assine a petição e divulgue para todos -- vamos acabar com esse comércio antes que o primeiro arpão seja disparado

http://www.avaaz.org/po/days_to_stop_the_whale_slaughter_global/?bobnybb&v=25279 

Os membros da Avaaz já conseguiram realizar grandes feitos em prol da biodiversidade, desde se opor ao comércio de marfim à luta pela proibição dos pesticidas de abelhas, seguida de vitória. Em 2010, os membros da Avaaz foram peça-chave para manter uma moratória internacional sobre a atividade baleeira. Neste momento crucial, vamos impedir essa caça horrível e continuar caminhando rumo a um mundo mais humano. 

Com esperança, 

Pascal, Lisa, Oliver, Alice, Ricken, Allison, David, Alaphia e toda a equipe da Avaaz 


MAIS INFORMAÇÕES 

Islândia se prepara para início de temporada de caça de baleias-fin (ANDA)
http://www.anda.jor.br/08/05/2013/islandia-se-prepara-para-a-caca-de-baleias-fin 

Baleias ameaçadas viram comida para cães no Japão, denuncia ONG (G1)
http://g1.globo.com/natureza/noticia/2013/05/baleias-ameacadas-viram-comida-para-caes-no-japao-denuncia-ong.html 

Islândia matará baleias-fin raras para produzir guloseimas para cães (em inglês) (The Sunday Times)
http://www.thesundaytimes.co.uk/sto/news/uk_news/Environment/article1265271.ece?CMP=OTH-gnws-standard-2013_05_26

Islândia deve recomeçar a disputada caça de baleias-fin em Junho (em inglês) (Yahoo News)
http://uk.news.yahoo.com/iceland-resume-disputed-fin-whale-hunt-june-152645167.html#mbpipwP

Para a Islândia, baleia gigante é "apenas mais um peixe" (em inglês) (AFP)
http://www.google.com/hostednews/afp/article/ALeqM5h0e9RgyRi4AF-PqyF7nLp4ufPW1w 


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QUE VERGONHA ESSE DESGOVERNO PETISTA.

Brasil despenca em ranking de competitividade

Atualizado em  30 de maio, 2013 - 06:10 (Brasília) 09:10 GMT
Caminhão / Reuters
Brasil foi um dos países que mais perdeu posições desde que ranking sobre competitividade foi criado
Um relatório divulgado nesta semana por um dos mais respeitados centros de ensino na Suíça indicou que o Brasil é um dos países menos competitivos do mundo.
De 2012 para 2013, o país caiu do 46º para o 51º lugar entre 60 nações analisadas pela escola de negócios IMD. Na comparação entre o ano passado e 2011, o Brasil já havia recuado duas posições no ranking.
O relatório, chamado IMD World Competitiveness Yearbook, analisa o gerenciamento das competências de cada país na busca por mais prosperidade.
"A competitividade de uma economia não pode ser reduzida apenas a PIB e produtividade; cada país ou empresa também tem que lidar com dimensões políticas, sociais e culturais", diz o documento.
"Cada nação tem que criar um ambiente que tenha a estrutura, as instituições e as políticas mais eficientes para encorajar a competitividade dos negócios".
Baseados em dados disponíveis e pesquisas próprias, o ranking avaliou o desempenho de cada país em quatro áreas: desempenho econômico, eficiência governamental, eficiência empresarial e infraestrutura.
A liderança da lista foi ocupada pelos Estados Unidos, que desbancaram Hong Kong e voltaram ao topo, enquanto que a Venezuela foi considerado o menos competitivo dos países pesquisados.

Economia baseada em consumo

O Brasil também foi um dos que mais perderam posições desde que o ranking global de competitividade, incluindo países desenvolvidos e emergentes, começou a ser compilado pelo instituto, em 1997.
Naquele ano, o país ocupava a 34º colocação entre 46 países.
Entre as nações que mais ganharam posições (cinco ou mais) no ranking, estão China, Alemanha, Coreia do Sul, México, Polônia, Suécia, Suíça, Israel e Taiwan.
Além do Brasil, Argentina, Grécia, Hungria, Portugal, África do Sul, entre outros, registraram as maiores quedas.
"O Brasil deixou de fazer reformas importantes que, se postas em prática, poderiam aumentar a competitividade do país frente a outras nações do globo", afirmou à BBC Brasil o diretor do centro de competitividade mundial do IMD, Stéphane Garelli.
"Além disso, o país possui uma economia mais baseada no consumo do que na produção. Como resultado, deixou de priorizar investimentos em setores em que poderia ser se tornar competitivo", acrescentou.
Carlos Arruda, professor de Inovação e Competitividade da Fundação Dom Cabral (FDC) e coordenador no Brasil dos estudos do World Competitiveness Yearbook do IMD, concorda. Ele acredita que falta ao Brasil ações de "longo prazo".
"O Brasil teve ganhos importantes nos últimos anos, mas corremos o risco de perdê-los se continuarmos pensando a curto prazo", vaticinou.
"Entre essas ações, estão o investimento em infra-estrutura e em educação. Essas são algumas áreas que claramente não estão acompanhando o grau de sofisticação da nossa economia, puxando o nosso crescimento para baixo", acrescentou.
Garelli, do IMD, acrescenta que outras nações latino-americanas, como Chile, Argentina ou Venezuela também vêm perdendo terreno e sendo "desafiadas" por economias emergentes da Ásia, mais competitivas.
O mesmo aconteceu, segundo ele, com alguns países da Europa, como Itália, Espanha, Portugal e Grécia, fortemente atingidos pela crise financeira mundial.
Para o especialista, tais nações não diversificaram suficientemente suas indústrias ou controlaram os gastos públicos, de modo que, agora, têm de enfrentar fortes pacotes de austeridade fiscal.
Ele, no entanto, ressalva que generalizações são "enganosas".
"A competitividade da Europa vem caindo, mas Suíça, Suécia, Alemanha e Noruega seguem um caminho diferente, colhendo os louros de suas políticas de estímulo à competitividade. A América Latina também vem desapontando, mas há grandes companhias globais por toda a região".
"Os Brics são totalmente diferentes em suas estratégias de competitividade e performance, mas permanecem como uma terra de oportunidades", disse.
"No final, as regras de ouro da competitividade são simples: produzir, diversificar, exportar, investir em infraestrutura, dar apoio a pequenas e médias empresas, incrementar disciplina fiscal e manter coesão social", diz Garelli.

Austeridade x competitividade

Garelli também lembrou que as medidas de austeridade fiscal, em geral, reduziram a competitividade dos países que implantaram medidas para conter gastos.
Segundo ele, embora a reorganização das finanças tenha sido considerada por grande parte dos governos como uma condição para o crescimento sustentável no futuro, o remédio para a crise foi ministrado "rápido demais".
"Os pacotes de austeridade encontram oposição da população. Os países precisam de coesão social para alcançar a prosperidade", afirma.
"É como se uma pessoa precisasse emagrecer. Ela não pode deixar de comer, do contrário, morrerá; precisa diminuir seu peso aos poucos, de forma a atingir plenamente seus objetivos", compara.
BBC BRASIL

quarta-feira, 29 de maio de 2013

PAULO COELHO POR FAVOR FALE PARA O CIDADÃO SEMI-ANALFABETO QUE O LIVRO ESTÁ AO CONTRÁRIO.


EGOCÊNTRICO


BRASIL NAS MÃOS DO PT.

OCDE projeta inflação maior e 'incertezas' para o Brasil

Atualizado em  29 de maio, 2013 - 06:01 (Brasília) 09:01 GMT
Feira em São Paulo (Foto: Reuters)
Organização prevê inflação acima do centro da meta governamental nos próximos 2 anos
A OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) projeta inflação maior no Brasil neste ano e prevê "grandes incertezas" em relação à economia do país, de acordo com um relatório publicado nesta quarta-feira.
O estudo "Perspectivas Econômicas da OCDE" para a economia mundial, realizado semestralmente, prevê que a inflação no Brasil deverá atingir 6,2% em 2013 e 5,2% no próximo ano.
No relatório anterior, divulgado em novembro, a organização previa que a inflação no Brasil seria mais baixa e atingiria 5,3% neste ano.
As perspectivas da organização em relação ao crescimento do PIB brasileiro também são mais pessimistas.
A OCDE, com sede em Paris, revisou para baixo suas previsões de crescimento da economia brasileira neste ano e em 2014. Segundo a organização, o PIB brasileiro deverá crescer 2,9% em 2013 e 3,5% no próximo ano.
No estudo anterior, de novembro, a OCDE estimava que a economia brasileira cresceria 4% neste ano e 4,1% em 2014.

'Decepcionante'

"Após um crescimento decepcionante em 2012 (0,9%, o menor em três anos), a atividade econômica se recupera, enquanto as pressões inflacionárias se intensificam", diz a OCDE.
O relatório relembra que a inflação brasileira ultrapassou em março, no acumulado dos últimos 12 meses, o teto da meta fixada pelo governo, que é de 6,5%.
A meta de inflação do Banco Central é de 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo.
"As previsões para os próximos dois anos permanecem acima do centro da meta, de 4,5%", diz o estudo.
A organização afirma que o mercado de trabalho aquecido, a expansão vigorosa do crédito e os choques mundiais e internos sobre os preços dos alimentos reforçaram as pressões inflacionárias no Brasil.
O estudo também vê como importante o comprometimento do Banco Central brasileiro em levar a inflação para o centro da meta, de 4,5%.
"A confirmação desse compromisso por meio de atos reforçaria a confiança em relação à eficácia do sistema de definição das metas de inflação", afirma a OCDE.
O documento diz que "a mediocridade das perspectivas externas constitui o principal obstáculo a um crescimento mais forte da economia brasileira".
"Desde o final de 2011, as políticas orçamentária e monetária (do governo brasileiro) apoiam uma retomada progressiva da economia, mas os indicadores a curto prazo levam a entrever grandes incertezas", diz a organização.
Segundo o relatório, há sinais de retomada dos investimentos no Brasil, mas esse crescimento "pode ser claramente mais hesitante se a confiança nas políticas econômicas se deteriorar".
"Progressos nas reformas em andamento em relação às infraestruturas e à fiscalidade poderiam ampliar os investimentos."
A organização critica os aumentos recentes das tarifas de importação no Brasil, que "deveriam ser temporários", e pede ao governo para "rever a eficácia" desses aumentos como também de algumas medidas de apoio à indústria.
"As medidas que entravam a concorrência das importações são sem dúvida prejudiciais ao crescimento e à produtividade a médio prazo e deveriam ser revistas", diz o estudo.

Economia mundial

A OCDE prevê que o PIB mundial deverá crescer 3,1% neste ano (e 4% em 2014), após uma expansão de 3% em 2012.

"Apesar das performances permanecerem decepcionantes, a economia mundial avança, mas com ritmos diferentes", afirma Pier Carlo Padoan, secretário-geral adjunto e economista-chefe da OCDE.
"Os Estados Unidos deverão provavelmente registrar uma expansão mais rápida do que outras economias da OCDE (que reúne sobretudo países desenvolvidos). Na zona do euro, o crescimento permanece bloqueado pelos efeitos duráveis da crise", diz o estudo.

A OCDE prevê que o PIB dos Estados Unidos deverá crescer 1,9% em 2013 e, o do Japão, 1,6%, enquanto a zona do euro enfrenta recessão, com queda do PIB estimada em 0,6% neste ano.
Segundo a organização, no próximo ano a economia americana poderá crescer 2,8% e a da zona do euro deverá sair da recessão, com crescimento de 1,1% em 2014.

A economia chinesa deverá crescer 7,8% em 2013 e 8,4% em 2014 nas previsões da OCDE.

"As perspectivas de crescimento também são divergentes nos países emergentes. A China lidera, enquanto a expansão dos outros é limitada por fatores estruturais, e uma tendência de estagflação (estagnação econômica e inflação persistente) até se manifesta em algumas economias", diz o estudo.
Greenpeace
Olá ,
Neste último sábado, o texto do novo Código Florestal completou seu primeiro aniversário desde que foi sancionado pela presidente Dilma Rousseff. Aí você se pergunta: de lá pra cá, o que mudou? Em termos de implementação da lei, nada – nós te respondemos. O processo estagnou-se e para piorar a situação, os conflitos no campo seguem a todo vapor.
Se o governo esqueceu o senso de emergência da situação, nós não. Você que já assinou pela lei do Desmatamento Zero, entre no desafio online que incentiva o aprendizado sobre a Amazônia e tem como objetivo coletar assinaturas para o projeto de lei do desmatamento zero.
Acesse o site
Trabalhando juntos podemos levar a lei de iniciativa popular ao congresso e fazer com que o fim desmatamento no Brasil seja tratado de forma prioritária pelos nossos governantes. Colabore com o Greenpeace, junte-se a nós.
Abraços,Adriana Charoux
Coordenadora da Campanha Amazônia
Greenpeace
Junte-se a nós

terça-feira, 28 de maio de 2013

LULADRÃO


MUNDI

Planos de saúde terão de oferecer 80 novos procedimentos

Ampliação divulgada pela ANS nesta terça traz como novidade a inclusão de medicamentos orais para o tratamento do câncer.
Ouça a reportagem

Dupla ateia fogo em dentista durante tentativa de assalto em SP

A vítima sofreu queimaduras em 60% do corpo. De acordo com o dentista, que foi resgatado ainda lúcido, os criminosos não encontraram dinheiro no local e, por isso, decidiram atear fogo nele.
Ouça a reportagem

RJ: polícia prende suspeito de atirar antes de corrida no Alemão

Os agentes chegaram ao homem por meio de informações de testemunhas. Outros quatro suspeitos de efetuar disparos antes da corrida Desafio da Paz, realizada no domingo, são procurados.
Ouça a reportagem

Arnaldo Jabor
Arnaldo Jabor
Redução dos gastos públicos é a saída para o Brasil
Ouça o comentário de Arnaldo Jabor

Miriam Leitão
Dia a dia da Economia
BC deve derrubar pressão inflacionária e manter o máximo de crescimento possível
Ouça o comentário de Miriam Leitão

Kennedy Alencar
A política como ela é
A Caixa contribuiu muito para a confusão do Bolsa Família
Ouça o comentário de Kennedy Alencar

Carlos Heitor Cony, Artur Xexéo e Viviane Mosé
Liberdade de Expressão
Lei que tira da União decisão de criação de municípios é uma manipulação
Ouça o comentário de Carlos Heitor Cony, Artur Xexéo e Viviane Mosé

Hora de Expediente
Hora de Expediente
Proibição da caxirola é a primeira boa notícia sobre a Copa
Ouça o comentário de Hora de Expediente

BRASILEIROS VOCÊS QUEREM QUE O BRASIL SEJA UMA VENEZUELA OU UMA CUBA? NÃO? ENTÃO TIREM O PT DO PODER.

Crise ameaça deixar Igreja sem vinho e hóstia na Venezuela

Atualizado em  28 de maio, 2013 - 09:20 (Brasília) 12:20 GMT
Igreja Católica na Venezuela só tem vinho para os próximos dois meses
A Igreja Católica é a nova vítima da crise de abastecimento na Venezuela. Depois da falta de papel higiênico, começa a faltar vinho para a celebração de missas.
A escassez de produtos necessários para a produção de vinho obrigou o único produtor do país a parar de vender para a Igreja.
Críticos acreditam que o problema da escassez no país está ligado ao forte controle estatal da economia e da produção interna insuficiente.
Mas o governo acusa uma conspiração liderada pela oposição e a especulação dos preços pelo problema.
"[Nosso fornecedor] Bodegas Pomar disse que não pode mais fazer o vinho porque estão enfrentando dificuldades", disse à BBC o porta-voz da Igreja Roberto Lucker.
O porta-voz acrescentou que a reserva de vinho da Igreja duraria apenas mais dois meses, e que não sabia se a Igreja poderia importar vinhos do exterior.
Ainda segundo Lucker, o problema não se limita ao vinho.
"Os fabricantes de hóstia nos disseram que vão ter que aumentar os preços porque não conseguem encontrar farinha suficiente. O trigo não é cultivado aqui - tudo isso vem do exterior", disse ele.
"Um pacote de hóstia custava 50 bolívares (16 reais), e agora custa 100."

Escassez de papel higiênico

A Venezuela é um país rico em petróleo, mas fortemente dependente de produtos importados. Os controles cambiais têm restringindo sua capacidade de pagar por mercadorias estrangeiras, resultando na escassez de vários produtos básicos.
O fornecimento de leite, açúcar, óleo de cozinha, farinha de milho - que é usado para fazer a arepa, prato típico da Venezuela - e de itens sanitários, está sendo afetado.
Na semana passada, os parlamentares venezuelanos aprovaram planos para importar milhões de rolos de papel higiênico, em um esforço para aliviar a escassez crônica.
O correspondente da BBC Mundo em Caracas, Abraham Zamorano, diz que muitos venezuelanos estão se perguntando como um país supostamente rico com as maiores reservas comprovadas de petróleo do mundo enfrenta uma situação como essa.
BBC BRASIL